A minha bola de neve
Talvez esteja a pagar pelo que fiz... talvez não.
Sempre fui e sempre me senti só.
Sempre dei de mim acreditando que receberia de volta o que de mim empenhava... quase nunca foi verdade.
A minha vida é um ciclo vicioso. É sempre uma volta de 360º por muito que queira acreditar que é de 180º...
Chegam-me pessoas que acredito serem boas e serem minhas amigas... depois acabo sempre a bater com a cabeça na parede...
Acredito sempre na bondade de todos. Acredito que ninguém pode ser só mau... todos temos de ter algo de bom. Ninguém é 100% ruim. No entanto, acabo sempre só. Acabo sempre por ser uma passagem na vida dos outros. Quando os outros levam o que melhor dei de mim e ficam na minha vida para sempre.
Jamais esqueço quem cruza o meu caminho.
Os que amei ontem são os que amo hoje mesmo já não estando presentes na minha vida... pertencendo só ao passado...
Quando refiro amor, refiro-me ao verdadeiro amor. Independentemente de ser entre um homem e uma mulher, refiro-me à amizade entre todos os outros sentimentos que implicam amor no seu fundamento.
Acredito sempre que serei retribuída em igualdade ao que dou de mim. Umas vezes acredito que sou... outras sei que não... isso não impede de dar de mim.
Cometo erros! Sou humana. Erram comigo. Contudo, mesmo quando erram não deixo de amar... Acabo por perdoar. Continuo a amar mesmo os que erram comigo, mesmo quando deixam de fazer parte da minha vida.
O meu maior sonho?
Que todos amassem como amo. Que todos perdoassem como perdoo.
Perdoar de verdade. Perdoar ao ponto de não lembrar os erros e os defeitos e aceitar as pessoas como são verdadeiramente. Com virtudes e defeitos...
Sou imperfeita. Todos são. Mas, nem todos percebem ou entendem isso.
Estou farta de ver pessoas a entrar e a sair da minha vida. Poucos... muito poucos são os que ficam... e, no entanto... continuo a guardar todos... todos no meu coração.
Para ti! Sim, para ti.

Deixas-te-me os sentidos embriagados,
Por um olhar transbordando de loucura.
Um olhar que me guiou
Para um novo caminho.
Um caminho impossível...
Na loucura da minha embriaguez
Iniciei-me nesse caminho...
Seguindo, embevecida, o teu olhar.
Guiada pela tua mão,
No calor latente do teu abraço,
Num acelerar descompassado do coração.
Deste meu pobre coração...
Que seguiu o descompasso do teu...
Ficou parado no tempo.
Enquanto tens o teu espaço,
O mundo continua a girar,
A vida continua a correr,
O tempo continua a andar.
A minha alma está calma.
O meu espírito está tranquilo.
Aquietam-se na felicidade de te conhecer.
Nada mais esperam,
A não ser a delícia da tua presença.
Alimentam-se de ti.
Porque tu és amizade e amor,
Carinho e ternura,
Desejo e prazer,
"Ódio" e paixão,
Sinceridade e verdade.
És a força que me encaminha.
És o apoio que me faz seguir
Na luta que travo todos os dias,
Por um amanhã melhor...
Por mais um objectivo atingido...
Não és de sempre.
Mas és para sempre.
13/Outubro/2009
Perdidamente...Perdida

Porque razão me dá a vida coisas boas, se depois mas retira?
Porque razão faz com que tudo pareça tão fácil e simples, se depois tudo se complica?
Porque razão quanto mais quero uma coisa mais dificil se torna tê-la?
Porque razão quanto maior é a minha calma mais aumenta o meu desespero?
Tenho aprendido muito com a vida. Espero aprender ainda mais. Contudo, as minhas maiores lições têm sido retiradas de perdas que conduzem a sofrimento, ou seja, as minhas aprendizagens têm sido baseadas nas feridas do meu coração e nas sombras da minha alma.
"São os maus momentos que ligam os bons momentos"... Porque razão os maus momentos têm sempre uma durabilidade superior aos bons momentos? E porque razão conseguem ambos deixar marcas tão profundas? Não seria mais fácil se apenas os bons momentos nos alimentassem o ser?
Já tombei algumas vezes. Já me empurraram algumas vezes.
Levantei-me sempre. Mais depressa ou mais devagar... consoante as feridas e o tempo que levaram a sarar.
Ainda assim (não sei como), continuo disposta a aceitar tudo o que a vida me dá, tudo o que me trás. Continuo de peito aberto para todos os impactos, sejam eles positivos ou negativos.
Como qualquer guerreiro tenho medo das batalhas, no entanto, sei que tenho de lutar. Estando nelas, o peito enche-se de coragem e esquece-se o medo das consequências dessa batalha.
Meu Pai, meu Deus, estou nas tuas mãos e sigo o caminho que traças-te para mim. Sou tua serva e ponho a minha vida ao serviço da tua vontade e das tuas causas. Faz de mim instrumento na luta pela causa maior: Amar, ser amado e levar amor a quem dele mais precisa.
Voltas...
A vida dá voltas... voltas... e mais voltas...
Quando se diz que a vida é uma caixa de surpresas, é uma grande verdade. Surpresas boas e más.
Umas seguidas das outras, aparentemente sem qualquer sentido ou nexo. Mas, nesta vida tudo tem uma lógica. Só por si a vida é sinónimo de alguma lógica.
Quando parece que tudo perde sentido... há sempre um novo rumo a seguir.
Todas as rosas têm os seus espinhos... mesmo a mais bela e perfumada das rosas tem os seus espinhos pontiagudos que a protegem dos invasores e daqueles que, num acto egoísta, a aprisionam para si; separando-a da sua raiz e colocando-a numa jarra com o intuito de lhe apreciarem a magnifica beleza e sublime perfume. No entanto, separada da sua raiz ficou condenada. Todas as suas belas características irão durar algum tempo... mas não tanto como durariam se a bela rosa tivesse podido continuar ligada à sua raiz... ao seu elo mais precioso que a ligava à terra, ao mundo, que a mantinha com uma maior esperança de vida.
De nada serve isolar do mundo o que mais queremos para nós. O mundo vai sempre continuar lá fora.
No tempo que despendemos a cuidar do que queremos para nós acabamos por isolar-nos, mesmo sem querer, do mundo.
Só quando perdemos o objecto da nossa devoção percebemos, que tal acto de egoísmo, nos deixou sós. Que ao cuidar da rosa posta numa jarra deixámos que a roseira morresse... perdendo a hipótese de voltar a ter outra rosa tão bela como a que nos prendeu a atenção.
Outras roseiras existirão... mas vamos ter de voltar a cuidar de uma nova roseira até ela ser suficientemente forte e robusta para nos agradecer gerando belas rosas. Mas será que algum dia estas nos satisfarão? Irá ficar sempre o deslumbre daquela bela rosa que perdemos... que nunca mais vamos ter... porque nos esquecemos de cuidar da roseira... porque fomos egoístas e só pensamos no nosso bem estar ignorando tudo o resto...
Espero que tenhas a oportunidade de criar outra roseira e de colher outras rosas... só não te esqueças de cuidar da roseira..
Quando se diz que a vida é uma caixa de surpresas, é uma grande verdade. Surpresas boas e más.
Umas seguidas das outras, aparentemente sem qualquer sentido ou nexo. Mas, nesta vida tudo tem uma lógica. Só por si a vida é sinónimo de alguma lógica.
Quando parece que tudo perde sentido... há sempre um novo rumo a seguir.
Todas as rosas têm os seus espinhos... mesmo a mais bela e perfumada das rosas tem os seus espinhos pontiagudos que a protegem dos invasores e daqueles que, num acto egoísta, a aprisionam para si; separando-a da sua raiz e colocando-a numa jarra com o intuito de lhe apreciarem a magnifica beleza e sublime perfume. No entanto, separada da sua raiz ficou condenada. Todas as suas belas características irão durar algum tempo... mas não tanto como durariam se a bela rosa tivesse podido continuar ligada à sua raiz... ao seu elo mais precioso que a ligava à terra, ao mundo, que a mantinha com uma maior esperança de vida.
De nada serve isolar do mundo o que mais queremos para nós. O mundo vai sempre continuar lá fora.
No tempo que despendemos a cuidar do que queremos para nós acabamos por isolar-nos, mesmo sem querer, do mundo.
Só quando perdemos o objecto da nossa devoção percebemos, que tal acto de egoísmo, nos deixou sós. Que ao cuidar da rosa posta numa jarra deixámos que a roseira morresse... perdendo a hipótese de voltar a ter outra rosa tão bela como a que nos prendeu a atenção.
Outras roseiras existirão... mas vamos ter de voltar a cuidar de uma nova roseira até ela ser suficientemente forte e robusta para nos agradecer gerando belas rosas. Mas será que algum dia estas nos satisfarão? Irá ficar sempre o deslumbre daquela bela rosa que perdemos... que nunca mais vamos ter... porque nos esquecemos de cuidar da roseira... porque fomos egoístas e só pensamos no nosso bem estar ignorando tudo o resto...
Espero que tenhas a oportunidade de criar outra roseira e de colher outras rosas... só não te esqueças de cuidar da roseira..
OO

Era suposto confiar em ti... Mas... deixaste cair-me no vazio.
Fiquei num espaço vazio de tudo preenchido com recordações, vontades, desejos, esperanças...
Pareçe que foges da própria sombra, como se receasses que de alguma maneira eu esteja lá presente. Percebo que me receias. Isso mostra que também tu recordas, apesar de estares num espaço cheio de tudo preenchido com novas recordações, novas vontades, novos desejos, novas esperanças.
Empurraste-me para um buraco muito profundo, sem saídas. Roubas-te todas as escadas e cordas existentes. Certificaste-te que o buraco era tão profundo que eu jamais conseguiria agarrar a mão de alguém que tentasse salvar-me. Traçaste um plano perfeito para me deixares aprisionada.
Traiste-me, foste embora e deixaste-me sozinha num buraco vazio, que fui enchendo com lágrimas, numa esperança inútil de um dia dali sair...
Hoje, já nada existe. Hoje, o vazio é mesmo vazio.
Um vazio de nada preenchido apenas com vazio.
Fiquei num espaço vazio de tudo preenchido com recordações, vontades, desejos, esperanças...
Pareçe que foges da própria sombra, como se receasses que de alguma maneira eu esteja lá presente. Percebo que me receias. Isso mostra que também tu recordas, apesar de estares num espaço cheio de tudo preenchido com novas recordações, novas vontades, novos desejos, novas esperanças.
Empurraste-me para um buraco muito profundo, sem saídas. Roubas-te todas as escadas e cordas existentes. Certificaste-te que o buraco era tão profundo que eu jamais conseguiria agarrar a mão de alguém que tentasse salvar-me. Traçaste um plano perfeito para me deixares aprisionada.
Traiste-me, foste embora e deixaste-me sozinha num buraco vazio, que fui enchendo com lágrimas, numa esperança inútil de um dia dali sair...
Hoje, já nada existe. Hoje, o vazio é mesmo vazio.
Um vazio de nada preenchido apenas com vazio.
Impulsos
Há muito tempo que não vinha aqui para falar de sentimentos... para, no fundo, desabafar de uma forma surda e calada. Há algum tempo que não sentia necessidade de escrever para me sentir aliviada e atenuar angustias. Escrevo agora que a tristeza da ausência de um abraço me perturba de tal forma que me arranca o sono deixando os meus olhos livres para as lágrimas que tentam lavar a imagem daquele sorriso que mais queria ver...Nem sei como começar...
Não sei como começou. Nem sequer sei porquê. Não tinha razão de ser. Não fazia, à partida o menor sentido. No entanto, não sei como, deixei levar-me. Atirei-me de cabeça, pés, corpo inteiro... não me permiti sequer tempo para pensar nas consequências. Dei-te a mão e deixei que me guiasses. O amanhã deixou de me interessar. Permiti-me viver cada loucura, cada momento. Fiz coisas que julguei que jamais faria, ou que pelo menos ia levar um tempo até me achar com coragem para fazê-las por alguém...
Não sei como aconteceu... gostava de um dia obter uma resposta para isto. Foi tudo demasido rápido... quase não deu tempo para pensar. Podias (ou podiamos) ter parado para pensar antes.
Assustaste-me muito no início de tudo. As nossas diferenças assustaram-me. Assutou-me o facto de saber que se nos continuassemos a deixar levar pelos impulsos, pelas vontades eu ia acabar magoada. Sabia à partida que quando a corda rebentasse ia ser do meu lado. Eu sabia que ia sofrer. Sabia disso desde o início e mesmo assim entreguei-me aos impulsos e às vontades; mesmo assim entrei contigo numa série de loucuras... das quais não me arrependo.
Tentei convercer-me, nos momentos em que me senti mais assustada, de que tudo seria apenas uma aventura. Seriam apenas uns momentos de loucura que um dia iam acabar e a nossa amizade permaneceria sem constrangimentos.
Tive sempre uma noção quase plena da forma como as coisas iam acontecer, consegui mesmo antever algumas coisas. Ainda assim, não fugi delas, nem lhes mudei o rumo. Deixei que tudo seguisse o seu suposto percurso natural. Deixei que as coisas acontecessem de acordo com as tuas escolhas, as tuas atitudes, as tuas certezas e no fim até mesmo com as tuas incertezas.
Por ti e para estar contigo fiz algumas coisas que não tinha feito antes por ninguém. Submeti-me a situações - criadas e geradas por ti - para te agradar, porque parecias ter certezas no que fazias. Deixei-me levar...
Um dia após o outro vi as coisas acontecerem de acordo com os meus medos e receios, enfrentei tudo. Podia te-las evitado, no entanto, não sei porque não o fiz. Deixei que gerisses tudo. No fundo, acho que sei porquê. Talvez tenha sido para testar as tuas certezas, para perceber se estavas mesmo consciente do que estavas a fazer. Tal como eu pensava, não estavas. O que mais me irrita é que mesmo sabendo disto me deixei levar.
Tu estavas à procura de uma tábua de salvação. Precisavas de uma por tudo o que tinhas vindo a viver nesses últimos tempos. Sentias-te à deriva, desamparado... querias um "sorriso"... Achas-te que eu poderia ser essa tábua, esse "sorriso"... Agarraste-te nessa ideia que não passou de uma ilusão. Uma ilusão que durou três semanas... numa "relação" de dois meses. Dos quais o balanço final de acontecimentos é positivo. Foram bons momentos, senão mesmo fantásticos. Contudo, como eu já esperava, tu percebes-te que a melhor solução para ti não era uma tábua de salvação; mas sim um tempo contigo próprio. Um tempo em que pudesses definir sentimentos e emoções sem a interferência de ninguém - para que não magoasses ninguém e para viveres a tua vida. Tomas-te ainda como certas algumas coisas que achavas que eu pensava e que eu queria, mesmo sem te teres certificado se de facto seriam assim, se de facto eu as queria ou as pensava. Assustaste-te com isso, que em conjunto com os outros factores te fez recuar - fez-te cair na tua realidade.
Mas, para o meu caminho já não havia volta. Sofri uma rasteira pelo percurso, com a qual não contava, apaixonei-me completamente. Esta é a grande explicação para o facto de me ter deixado levar e para as minhas atitudes e actos. Apaixonei-me logo nas emoções, sensações e sentimentos daquele primeiro beijo roubado...
A tua ilusão veio e passou, a minha paixão veio e ficou. Doeu muito. Mas podia ter doído ainda mais se eu não contasse com a forma como as coisas aconteceram.
Começas-te por acabar com o rótulo. Depois, foste aos poucos acabando com a relação em si. Hoje, mal nos falamos. Hoje, mal te consigo olhar nos olhos, ainda assim não os esqueço. Houve uns tempos que morria de saudades do teu sorriso... bastava-me ver-te e saber que estavas bem para eu estar e ficar bem, para que as saudades se atenuassem, para que a dor da tua ausência (tão sentida) fosse aliviada. Ficava feliz por demonstrares vontade de estar comigo, por me procurares... Hoje, tudo isso acabou.
Agora, o meu orgulho fala um pouco mais alto que o que sinto por ti. Por isso, consigo dar-te a mesma indiferença que me dás. Consigo calar a vontade de te beijar, de abraçar... basta não te olhar nos olhos... basta não ver o teu sorriso... basta simplesmente ignorar-te. Isto não faz com que a minha paixão diminua, porque ela continua a existir, continua a encher o meu coração. Tu, com a indiferença fria dos teus gestos, é que já não aqueçes a minha alma.
Onde é que isto tudo nos vai levar?
A vida é mesmo assim...
“Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoa-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destrui-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependeras para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E o que importa não e o que tens na vida, mas quem tens na vida. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos. (...) Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito de ser cruel. Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre e suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não e algo que possa voltar para trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais... que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dádivas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."William Shakespeare
Lutar

Há momentos na vida em que temos a sensação que gastamos demasiadas forças a adiar o inadiável. Por momentos temos a sensação que vamos explodir de raiva e fúria por entendermos que travamos uma luta desnecessária, pois, à partida sabiamos que essa luta estava perdida. Mas, onde ficaria o sabor e o deleite das coisas se tomassemos logo tudo como certo?! Onde ficaria o gosto do desafio?! Como ficariam as presas e os predadores se as primeiras não dessem luta e se dessem logo como vencidas atirando ao ar qualquer hipótese de sobrevivência?!
É por isso, que, seja qual for a luta ou o que a motiva, vale sempre a pena lutar pelo que acreditamos. Vale a pena lutar pelos nossos sonhos, pelos nossos ideais, pelos nossos objectivos... o que importa de verdade é nunca baixarmos os braços. Irmos em frente, mesmo que à partida entendamos que a luta já está perdida; a vida surpreende-nos e ninguém nos garante que uma luta à partida perdida não se transforme numa luta ganha por mérito e esforço próprio com o sabor da vitória dos heróis da vida.
É por isso, que, seja qual for a luta ou o que a motiva, vale sempre a pena lutar pelo que acreditamos. Vale a pena lutar pelos nossos sonhos, pelos nossos ideais, pelos nossos objectivos... o que importa de verdade é nunca baixarmos os braços. Irmos em frente, mesmo que à partida entendamos que a luta já está perdida; a vida surpreende-nos e ninguém nos garante que uma luta à partida perdida não se transforme numa luta ganha por mérito e esforço próprio com o sabor da vitória dos heróis da vida.
As vezes por mais que tentemos reconhecer os nossos erros, é difícil...
As vezes por mais que tentemos escapar de certas situações encontramo-nos com elas numa questão de segundos...
Por vezes keremos ter mais do que temos ou do que podemos ter...
Por vezes sentimo-nos excluídos sem motivos propositados e que às vezes nada têm a ver...
Em certos momentos estamos prestes a desabar de fúria e ódio...
Em certos momentos sentimos o coração aos saltos, quase a saltar pela boca...
Algumas são as vezes em que ficamos possessos por saber que alguem nos atraiçoa por nada...
Algumas são as vezes em que sentimos saudades daqueles que nos compreendem...
Muitas são as vezes em que pensamos: " bem... que falta me fazem os meus amigos... que falta eu tenho daqueles momentos só nossos..."
Muitas são as vezes em que desprezamos os amigos por causa dos melhores amigos... mas a sorte é que o grupo de uns é o mesmo de outros... o que é essencial...
Plenas são as atitudes que tomamos para com certas coisas que nos fazem e que fazemos...
Plenas são as amizades que fazemos ao longo da vida...
Plenamente concordo que as verdadeiras amizades nunca acabam... independentemente de tudo o que possa acontecer...
J.R.C.S
Só caindo nas derrotas, levantando-nos para nova luta e saboreando as vitórias é que a vida faz verdadeiramente sentido. Só assim podemos dizer que vivemos a vida que temos, só assim seremos senhores dela, só assim seremos merecedores do melhor e do pior que ela tem para nos dar. Só assim seremos verdadeiramente nós próprios.
Está decidido, vou ser FELIZ!!!
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar
irritado algumas vezes, mas não esqueço
de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser
capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Pergunto-me se mereço e acredito que não.
Pergunto-me porquê e não sei a resposta.
Tudo na vida tem um propósito, um motivo, uma razão, uma justificação eu simplesmente não encontro qualquer um deles. Sinto-me desiludida comigo própria. Serei incapaz?! Não sei. Eu tentei... mas... o resultado não foi o melhor, nem o esperado.
Tenho aprendido com os erros ou, pelo menos, acredito que sim. Ao mesmo tempo tenho consciência que ainda não sei nada e que muito tenho de aprender.
Eu quero e tento mas não consigo. Nunca consigo. Não sou melhor nem pior que ninguém, no entanto vejo tanta gente que consegue... o que eu não consigo... já pensei em desistir. Contudo, há sempre uma esperança, uma vontade que me faz voltar a acreditar e a tentar uma e outra vez. Quando é que isto vai parar?! Eu gostava que fosse quando eu conseguisse e não quando eu dessitisse. Estou mais perto de me resignar e desistir do que de conseguir. Se calhar o erro é esse. Às tantas no dia que desistir é que vou realmente conseguir o que espero.
Sinto-me fraca. Preciso de descanço, preciso de novas energias, preciso da minha concha.
A
todos
aqueles
que gostam
de dormir mas
que se levantam
todos
aqueles
que gostam
de dormir mas
que se levantam
sempre de bom humor.
Aos que saúdam com um
beijo. Aos que trabalham muito
e se divertem mais ainda. Aos que
conduzem com pressa mas não buzinam
nos semáforos. Aos que chegam atrasados, mas
não inventam desculpas. Aos que apagam a televisão
para uma boa cavaqueira. Aos que são duplamente felizes,
fazendo só metade. Aos que se levantam cedo para ajudarem um
Amigo. Aos que vivem com o entusiasmo de uma criança e a sabedoria
de um adulto. Aos que vêm tudo preto só quando está tudo escuro. Aos que
não
esperam
pelo
Natal
para
serem
melhores
EXCELENTE 2008
Preservativos
-Preservativos Triunfo : O que faz, faz bem
-Preservativos Cofidis : Facil, rapido, e sem porques
-Preservativos SIC mulher: Para a toda a vida
-Preservativos Uso: Descomplicado
-Preservativos Optimus: Segue o que sentes
-Preservativos Vodafone: Vive o momento, NOW
-Preservativos Sporting: So' eu sei porque nao
fico em casa
-Preservativos Cidadefm: A tua medida
-Preservativos Officenter: O resto e conversa
-Preservativos Addidas: Impossible is nothing
-Preservativos Cilit bang: Bang, e tudo desaparece.
-Preservativos Credial: Pronto a usar
-Preservativos Herbal essences: SIM, SIM, SIIIMMMM!!
-Preservativos Veet: Suavidade que perdura
-Preservativos Fiat: Movidos pela paixao
-Preservativos BMW: Puro prazer de dirigir
-Preservativos Milennium: A vida inspira-nos
-Preservativos McDonnald: I'm lovin it
-Preservativos Cerveja bohemia: O mesmo prazer desde 1853.
-Preservativos C&A: Abuse e use
-Preservativos Volkswagen: Voce conhece, voce confia.
-Preservativos Kandoo: Podes faze-lo sozinho
-Preservativos Continente: Sempre consigo
-Preservativos Carte d'or: Cada momento tem um sabor
-Preservativos Luxwoman:Torna a sua vida mais simples
-Preservativos Mercedes: Faz sentir a diferenca
-Preservativos Barbot: Novas emocoes
-Preservativos Mundial Casa : O melhor do mundo, ai em sua casa
-Preservativos Control: Adapt
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fico em casa-Preservativos Cidadefm: A tua medida
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Just my Heart
Começou a bater mais forte. Foi então que começei a senti-lo apertado e pequenino, no mesmo instante em que disparava. Inquietou-se como tantas outras vezes. Como de todas as vezes que te vejo, ouço, toco, leio... Inquietou-se porque sabe quem és. Acima de tudo sente quem és. Já tive mais medo de confiar nele. Cada vez estou mais convencida que a mensagem que ele se tem esforçado por me transmitir é uma verdade, nua, crua e dura. 



















